Assim que sabemos que um bebê está a caminho, começamos a traçar planos para essa nova vida. Escolhemos um nome, “decidimos” o time do coração, elegemos uma profissão, enfim, projetamos nossos sonhos e ideais nele. Mas, será que é assim que acontece?
Sem dúvidas que como pais, seremos ou deveríamos ser, as pessoas referências dos nossos filhos. Precisamos direciona-los e ajuda-los a desenvolver a própria autonomia e autorregulação das emoções. Para isso, pais e/ou responsáveis precisam deixar as regras claras, de forma coerente, consistente e constante. Uma das maneiras de se conseguir esse direcionamento é através do diálogo, da proximidade. É importante que os pais ou responsáveis aproveitem cada situação vivida pelo filho como oportunidade de vinculação através do respeito, da escuta e da não agressividade.
Ninguém vem ao mundo para suprir faltas ou realizar sonhos de outros, portanto, é imprescindível que o adulto saiba distinguir suas questões e escolhas emocionais do que se espera do filho. Muitas vezes, nessas projeções vamos colocando o que é importante para nós, esquecendo-se de olhar o filho como um ser único, independente e autônomo.
Depois de separado e esclarecido quais sãos os sonhos dos pais e quais os sonhos dos filhos vamos pensar em como reagimos quando não aprovamos um comportamento?
Durante o Papo com a Psicóloga desse mês pudemos trocar experiências e refletir sobre nossas ações diante dos comportamentos dos nossos filhos.
Somente com muito diálogo e regras claras poderemos ajudar os pequenos a refletirem e, por que não, corrigirem seus atos.
Uma coisa é a criança/adolescente se negar a assumir um sonho ou desejo do pai, a outra é reconhecer que alguns comportamentos que envolvem respeito, educação e compromisso diante da vida precisam ser lapidados.
E como fazer isso?
- Sendo um bom exemplo
- Deixando regras claras e as consequências coerentes
- Estipulando pequenas responsabilidades
- Sinalizando comportamentos inadequados
- Elogiando atitudes positivas
- Estimulando habilidades sócio emocionais
- Trazendo o diálogo para dentro de casa
- Refletindo com o filho sobre desenhos, filmes e acontecimentos do dia-a-dia
Bom, essas são apenas algumas dicas sobre como lidar com os comportamentos da criança/adolescente.
E você, como resolve situações conflitantes em casa?